quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Matéria Lançamento do Livro e Palestra

A Moda em Pauta na Ecos


Desde os mais primórdios tempos, a moda está presente na sociedade como um todo. Começando pela roupa que usamos, passando pelo corte de cabelo, pela alimentação, e muitas vezes ao estilo de vida que levamos, mais do que qualquer coisa, a moda se tornou uma forma de expressão.

Apoiada na globalização e difundida pelos meios de comunicação, a moda se tornou universal. É possível observar a mesma vestimenta e até os mesmos costumes nos mais longínquos cantos do mundo.

Nesta segunda-feira, dia 3 de setembro, a moda esteve em pauta também na Universidade Católica de Pelotas. A palestra “Pesquisa de Tendências: Inspiração X Cópia”, da mestre em design de moda, Doris Treptow, lotou o auditório do campus II da UCPel, às 19 h.

Além de assistir à palestra, estudantes e representantes da área textil participaram do lançamento do livro “Modelagem: Organização e Técnicas de Interpretação”, da professora e coordenadora do curso de Tecnologia em Design de Moda da UCPEL, Lígia Osório.
Desde sua implantação, no vestibular de verão de deste ano, o curso de Moda integra a Escola de Comunicação Social da UCPel, junto com as habilitações em Jornalismo, e Publicidade e Propaganda.

Matéria Opinativa

Droga Virtual


















Programa de computador simula o efeito de entorpecentes



Que a era digital vem cada vez mais tomando as rédeas no mundo atual todo mundo já sabe. A novidade agora é que até a droga ganhou sua versão computadorizada.

O I-Doser é um programa de computador que altera a freqüência cerebral, causando efeitos similares a entorpecentes como a heroína, maconha, cocaína, dentre outras.

Mesmo sendo esta a finalidade de sua principal utilização, o programa também possui “doses” para o relaxamento, energizantes, estimuladores do desempenho sexual e até para quem busca uma melhor noite de sono.

As doses podem ser compradas no site oficial do programa http://www.i-doser.com/ e seu uso é limitado, não sendo possível a reutilização das doses mais fortes depois de uma certa quantidade.

O software tem virado febre entre jovens que tem curiosidade, mas sentem medo de experimentar tais drogas. Também é muito utilizado por trabalhadores que querem deixar o sono para depois.

O uso do I-Doser não oferece risco nenhum a saúde, porém, a mistura de doses ou o uso indiscriminado pode causar efeitos indesejados.

Os próprios criadores do programa afirmam que nem todas as drogas virtuais funcionam em todo mundo, e é preciso seguir as instruções do programa corretamente.

O importante é que se experimente a “dose” em um momento apropriado, porque nunca se sabe o efeito produzido de pessoa para pessoa.

Uma jovem de 20 anos, que preferiu não se identificar, diz que o efeito é real, e que não somente psicológico, mas também físico.

“ Utilizei a dose de heroína por cinco minutos quando percebi que minhas mãos e pés estavam quentes. Tirei os fones de ouvido, e o efeito durou por mais uns dez minutos.

Sentia que puxavam meu cabelo, minha respiração ficou pesada. Não sei se tenho coragem de experimentar a dose inteira”.
Talvez, se pensarmos um pouco, a utilização de drogas virtualmente pode até ser uma alternativa para os problemas da sociedade atual.

Como na revolução industrial, em 1929, caracterizada pela substituição do trabalho manual pelo trabalho da máquina e pela substituição da energia humana pela energia a vapor, O I-Doser pode trazer consigo uma outra revolução.

Quem sabe, se em um futuro próximo, não será a vez da substituição dos traficantes pelo computador e das drogas por um software?

A frase pode até soar de maneira utópica e talvez complacente com as drogas, mas para solucionar este problema, primeiro é preciso ter em mente que nenhuma política do governo quanto ao uso de drogas foi realmente eficaz, e aceitar que entorpecentes de todos os tipos estão presentes nas ruas, nos bares e até nas escolas.

Quem não preferiria que seu filho saciasse a curiosidade (que é normal da idade) na segurança do lar e sem prejudicar a saúde?

Matéria Interpretativa

Droga na Net

Software possibilita a experiência das drogas


Que a era digital vem cada vez mais tomando as rédeas do mundo atual todo mundo já sabe. O computador está presente em 19% dos lares brasileiros e é instrumento indispensável para estudantes e profissionais de todas as áreas, tanto como instrumento de trabalho quanto de lazer.

Agora imagine que o computador possa proporcionar a experiência do uso de drogas dos mais diversos tipos. Pois é, isso já é possível.

O I-Doser é um programa de computador que altera a freqüência cerebral, causando efeitos similares a entorpecentes como a heroína, maconha, cocaína, dentre outras.

O software que virou febre nos Estado Unidos, parece estar chegando com força total também ao Brasil, onde tem ganhado muitos adeptos. Na maioria das vezes, são jovens que têm curiosidade, mas sentem medo de experimentar tais drogas, mas também é muito utilizado por trabalhadores que querem deixar o sono para depois.

O software também possui “doses” para o relaxamento, energizantes, estimuladores do desempenho sexual e até para quem busca uma melhor noite de sono.

As doses podem ser compradas no site oficial do programa http://www.i-doser.com/ e seu uso é limitado, não sendo possível a reutilização das doses mais fortes depois de uma certa quantidade.

O uso do I-Doser não oferece risco nenhum a saúde, porém, a mistura de doses ou o uso indiscriminado pode causar efeitos indesejados.
De acordo com a psicóloga Inti Alt, a mudança de frequência cerebral é normal, e acontece várias vezes em um só dia.
"Quando estamos com medo, por exemplo, nossa frequência cerebral está alterada. Neste momento, o cérebro (que sempre busca retornar ao seu estado normal) se utiliza de um mecanismo que estimula os neurotransmissores e faz com que a frequência volte a se equilibrar. Do contrário, ficaríamos para sempre com medo. Isso é oque ocorre na utilização do i-doser, depois de um determinado período, nosso cérebro volta ao normal, sem quaisquer consequências.
Segundo o criador do programa, Jim Peters, nem todas as drogas virtuais funcionam em todo mundo, e é preciso seguir as instruções do programa corretamente. O importante é que se experimente a “dose” em um momento apropriado, porque nunca se sabe o efeito produzido de pessoa para pessoa.

Matéria Informativa

Software simula o uso de drogas


Que a era digital vem cada vez mais tomando as rédeas no mundo atual todo mundo já sabe. A novidade agora é que até a droga ganhou sua versão computadorizada.

Idealizado pelo americano Jim Peters, o I-Doser é um programa de computador que altera a freqüência cerebral, causando efeitos similares a entorpecentes como a heroína, maconha, cocaína, dentre outras.

O software virou febre nos Estado Unidos e parece estar chegando com força total também ao Brasil.

Além de simuladores de entorpecentes, o programa também possui “doses” para o relaxamento, energizantes, estimuladores do desempenho sexual e até para quem busca uma melhor noite de sono.

As doses podem ser compradas no site oficial do programa http://www.i-doser.com/ e seu uso é limitado, não sendo possível a reutilização das doses mais fortes depois de uma certa quantidade.

sábado, 1 de setembro de 2007

Matéria sobre o Intercom

Ecos marca presença no Intercom
13 trabalhos selecionados para a etapa nacional

São paulo será a sede da 30 edição do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. O INTERCOM, que este ano tem como tema “Mercado e Comunicação na Sociedade Digital”, acontece em Santos de 29 de Agosto a 2 de Setembro.

Mais de duas mil pessoas são esperadas no evento. Dentre elas, vários alunos da UCPEL. São nove trabalhos no Intercom Júnior, dois no Expocom (categorias onde concorrem alunos de graduação) e dois no Altercom (para graduados e pós-graduandos).

Uma das grandes apostas da ECOS é o jornal comunitário “ O Pescador”, coordenado pelo professor e diretor da Escola de Comunicação Social, Jairo Sanguiné.

“ O Pescador” foi o grande vencedor de sua categoria no Intercom Sul, que aconteceu de 10 a 12 de maio deste ano, em Passo Fundo. A premiação garantiu o ingresso do jornal para a final nacional do evento.

A constante participação de alunos em mostra de trabalhos de diferentes universidades, e a premiação destes na maioria das vezes, confirma o incentivo da universidade e a dedicação dos alunos na confecção de trabalhos de iniciação científica.