segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Jornalismo Móvel Bizarro


No último sábado (24), foi realizado em Encantado (RS), o 1º Encontro Municipal de Gêmeos, que reuniu cerca de 110 duplas e trios de gêmeos univitelinos (idênticos) e bivitelinos (fraternos).



O Jornal News of the World, publicou uma entrevista com a britânica Sarah Carmen, de 24 anos, que afirma ter até 200 orgasmos por dia.
Ela diz ficar excitada com tudo: o balançar dos trilhos do trem, o vibrar de um secador de cabelos, o ritmo de uma máquina de xérox...
Segundo o jornal britânico, durante a entrevista de 40 minutos, ela teve cinco orgasmos.


Robert Stewart, de 51 anos, foi condenado a três anos de liberdade condicional após ser pego simulando uma relação sexual com uma bicicleta. O gerente do albergue em que vivia Robert, chamou a polícia depois de tê-lo encontrado nu da cintura para baixo, em seu quarto, segurando sua bicicleta e mexendo os quadris para frente e para trás. Stewart ficará três anos listado no registro de ofensores sexuais do país.

Sobre a moça do tempo...

Hoje é o último dia para entregar este blog, que tem por objetivo a realização dos estudos práticos da matéria de jornalismo digital –normalmente é neste dia em que eu corro pra fazer tudo aquilo que não fiz durante a semana-, como já era de se esperar, desesperada e correndo contra o tempo, entro no blog dos colegas para ver que exercícios ainda me faltam fazer.

Pois é... a palestra da moça do tempo.....
Me lembro deste dia. A contragosto, lá fui eu fazer a cobertura de mais um desses eventos que a nossa querida professora insiste em nos obrigar (ou castigar) a assistir.

Pela fresta da porta, vejo que a cena característica das palestras envolvendo funcionários da RBS, como sempre se repete: lá está a palestrante com a arrogância de quem pensa ser a melhor jornalista do mundo, ao lado da “moça do tempo” alguns dos colegas de trabalho comparecem para “prestigiar” a palestra, que certamente deve tratar de assuntos extremamente relevantes para a composição da vida profissional dos alunos. O semblante dos alunos também já me é bastante particular: formandos de saco cheio e alunos novos deslumbrados com a repórter da RBS.

Alguns segundos espiando por entre a porta e nada de produtivo.... não assisti à palestra, é claro!
Entrando no blog dos colegas, achei que encontraria as informações necessárias para poder produzir meu texto a respeito do evento. Para minha surpresa, a maioria deles teve exatamente a mesma impressão que eu, ou seja: não vale a pena!

Então, querida professora, me abstenho de tecer comentários a respeito da palestra e remeto este post aos tempos da ditadura, quando no espaço reservado a alguma matéria previamente censurada, publicavam-se poesias para não deixar o espaço em branco. Neste caso, uma crônica:




O patriotismo brasileiro dos peruanos


Com a aproximação da Semana Farroupilha e de todas aquelas comemorações que, querendo ou não, te fazem sentir -pelo menos por uma semana- o tão falado orgulho de ser gaúcho, me lembrei de uma situação interessante.

Quando morei no Perú, já nos primeiros dias da minha chegada a Puno, cidade na qual eu passaria os próximos seis meses, percebi o patriotismo brasileiro dos peruanos. Caminhando pelas ruas de qualquer cidade peruana, é possível sentir o amor do povo andino por um país que muitos deles nunca chegarão a conhecer.
A moda lá é se vestir de Brasil! São camisetas, bermudas, bonés, bolsas, enfim, montes de coisas com a bandeira, fotos ou simplesmente o verde-amarelo tão característico do nosso país.

E isto foi criando uma dúvida em mim. Porque será que nós, que temos o sangue verde-amarelo pulsando nas veias, não temos este orgulho de sermos brasileiros? Será que estamos tão decepcionados com a pobreza e a impunidade no país que esquecemos que habitamos o maior país do mundo, tanto em extensão quanto em beleza? Será que apesar de tudo o que acontece aqui, já não é muito bom não termos a preocupação com desatres naturais, por exemplo?

São tantas perguntas... mas não tenho respostas para elas.
Só posso dizer, que vi muita coisa em minhas andanças pela América Latina e que o Brasil, não é assim tão ruim quanto dizem os noticiários.
O Brasil tem uma coisa que nenhum outro país tem, nós.
Em nenhum outro lugar do mundo existe um povo tão hospitaleiro, trabalhador, simpático, bem-humorado...

E se algumas coisas ainda não vão bem, depende de cada um de nós iniciar uma mudança. Mesmo que seja com o “jeitinho” brasileiro, devagar e sempre.
Quem sabe, o primeiro passo não é seguir o exemplo de nossos hermanos peruanos, e ter orgulho de nosso país?

Somente tendo orgulho do que somos, desenvolvemos o sentimento de pertença necessário para o exercício da cidadania.
Então, neste fim de semana, vista sua pilcha, prepare seu chimarrão e saia com a familia para cultivar a tradição e o orgulho de ser gaúcho. Ah, e claro, BRASILEIRO.




Krischna Duarte


segunda-feira, 19 de novembro de 2007

PODCAST


Podcast com o representante dos usuários na reforma psiquiátrica, Austregésilo Carrano Bueno. Carrano é autor do livro Canto dos Malditos, onde conta sua experiência nos hospitais psiquiátricos e denuncia os absurdos cometidos diariamente nessas instituições. O livro baseou o premiado filme Bicho de Sete Cabeças.


quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Exercício teorias do JOL

Escolha uma matéria de jornal online:

http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2007/11/01/ult4733u7109.jhtm


a) Identifique as forças presentes e analise quais são as mais relevantes.

Força pessoal= a reportagem apenas cita o nome da maioria dos feridos e mortos. Quando se refere ao major-aviador e ao piloto civil, a maneira com que se dá mais atenção à eles dentro da reportagem é perceptível.

Força social= toda a reportagem é, na verdade relevante da sociedade, e na condição de acidente/tragédia que é, por si só já desperta o interesse do coletivo.

Força organizacional= acho que na parte em que eles citam o nome da empresa do helicóptero, a “Helipark -empresa que, em seu site, se se define como "o maior centro de serviços especializados para helicópteros da América Latina". Acho que a crítica à empresa ficou bem explícita.

Força do meio físico= acho que apesar de ter sido publicada em um site que não é reconhecido por suas notícias (BOL notícias) e por esta razão não possui tanta confiabilidade, a força do meio físico na notícia é grande pelo fato de ser publicada na internet, onde será acessada por milhares de pessoas em pouco tempo.

Força dispositivos tecnológicos= é relevante a quantidade de sites de notícias existentes hoje. Ao digitar no site de busca GOOGLE as palavras – chave: três helicópteros caem em são paulo 10/2007, encontrei aproximadamente 12.100 resultados. Este número só vem a comprovar a velocidade e a quantidade com que a notícia é repassada pelo meio.
* As mais relevantes são a social, pessoal e a organizacional.


b) Analise a matéria escolhida do ponto de vista da análise do discurso jornalístico.


Acho que o discurso jornalístico da notícia tem características de vigilância, ou seja, aquela notícia que informa o que está acontecendo. Em algumas partes, a notícia se torna tendenciosa, como na parte em que dedica algumas linhas contando o que faziam o major –aviador e o piloto civil, e também quando se utiliza da frase: a “Helipark -empresa que, em seu site, se se define como "o maior centro de serviços especializados para helicópteros da América Latina". Informação desnecessária, crítica desnecessária.



c) Há presença dos fait divers? Quais?
Sim.

Causa perturbadora= três helicópteros caírem no mesmo dia é acidente demais.

Coincidência esperada= um dos pilotos fazia um vôo para revalidar o brevê, a carteira de habilitação necessária para pilotar aeronaves.

Coincidência por repetição= na manchete é possível observar isso: Três helicópteros caem em SP em duas horas; três morrem e seis ficam feridos

d) Pode se dizer que a matéria enquadre-se em um modelo de newsmaking ou gatekeper?

Acredito que até mesmo pelo tipo de veículo em que está a sendo veiculada a notícia ( internet) ela se encaixa no modelo NEWSMAKING.


2- A partir do seu ponto de vista, discuta uma das teorias do jornalismo vistas e sua aplicação para o JOL.

Bueno,vou falar sobre a teoria das forças, particularmente na força pessoal. Mesmo soando um pouco utópico, acho que essa força não deveria existir, pois uma notícia não deveria ser pautada por seu “personagem” e sim por sua relevância para a sociedade.
Como nos exemplos citados em aula para caracterizar a força social ( o reitor da universidade pede uma matéria ao jornal e consegue, se o presidente leva um tombo vira notícia), nenhuma das duas hipóteses é realmente notícia. O primeiro caso é uma troca de interesses e o segundo pode é apenas fofoca ou sei lá o que, tudo menos notícia.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

7ª Gincana da Propaganda é encerrada com debate

Sobreposição busca analisar o papel do publicitário e do designer no mercado de trabalho



A sobreposição da atuação dos profissionais das áreas da publicidade e do design. Este foi o tema do evento “Sobreposição”, que encerrou a 7ª Gincana da Propaganda da Escola de Comunicação Social da UCPel, na última sexta-feira, dia 19 de outubro.


Sobreposição contou com a presença de três representantes de cada área: um aluno, um professor e um profissional do mercado. Os profissionais do mercado das duas áreas vieram de Porto Alegre, enquanto os representantes da área acadêmica da publicidade são da UCPel e os do design, da UFPel.

O evento proporcionou uma discussão aberta com alunos, professores e profissionais das duas áreas, visando gerar uma reflexão sobre o papel do designer e do comunicador na sociedade.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Gincana da Propaganda da ECOS volta à ativa
após três anos sem edição, a Gincana da Escola de Comuniacação Social da UCPel é retomada por iniciativa de alunas
“Entre nesse labirinto e descubra a saída”. Este foi o slogan da 7ª Gincana da Propaganda, promovida pela Escola de Comunicação Social de UCPel.

O tradicional evento, que não era realizado há três anos, foi retomado pela iniciativa das alunas Cadija Souza e Marta Antunez. As alunas escolheram a Gincana como objeto de estudo no trabalho a ser desenvolvido na disciplina de projeto experimental II, que faz parte do currículo do curso.

O evento, que aconteceu entre os dias 11 e 19 de outubro na ECOS, foi dividido em 2 categorias, Júnior e Master. Na categoria Júnior, participaram os alunos que ainda não cursaram a disciplina de Redação Publicitária, e tinham os desafios de criar um novo logotipo para a ECOS, e divulgar os 50 anos da Escola de Comunicação Social. Já na categoria Master, -para alunos que já cursaram a disciplina de redação publicitária-, o objetivo foi criar uma campanha para a empresa Sarandi, divulgando o lançamento do Guaraná da marca.


A premiação

Além de receberem certificado e troféu, os ganhadores ainda receberão a oportunidade de estágios. Para a categoria Máster, o prêmio será o estágio na agência de publicidade porto-alegrense Martins + Andrade, da qual a marca Sarandi é cliente. Para os participantes da categoria júnior, a recompensa será uma viajem paga para um curso na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), também em Porto Alegre.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Matéria sobre o futuro do jornalismo


Revolução Jornalística

A era digital cresce cada dia mais, e com ela, as incertezas sobre o futuro do jornalismo.O jornal impresso,é aparentemente o mais ameaçado, e por esta razão, sempre colocado em pauta quando o assunto é mídia digital.

É importante saber, que o jornalismo digital possibilitou uma comunicação mais rápida, mas esta rapidez trouxe com ela a falta de informação. O jornal impresso por sua vez, trás informações mais completas do que os tão famosos sites de notícias minuto a minuto.

Também da era digital, nasceu o repórter-cidadão, o internauta que exerce a função de jornalista e publica o que quer na internet. E é aí que mora o perigo. Muito do que é publicado por "eles"em sites e blogs por exemplo, não condiz com a verdade e muitas vezes, acaba influenciando o usuário de maneira erronia.

Nós, jornalistas, temos o compromisso da ética para com nossos leitores e sabemos exatamente qual é nossa função na sociedade: informar e formar a opinião pública, sempre com o intuito de instruir indivíduos, para que sejam capazes de posicionar a respeito das mais diversas situações, exercendo seus direitos de cidadãopara que sejam minuto a minuto .

É importante salientar que, apesar de todos os empecilhos trazidos pela era digital, os principais responsáveis pelo futuro da profissão, somos nós comunicadores. É preciso que nos imponhamos contra essa avalanche de informação desinformada que habita a internet e mostremos ao público o que é jornalismo de verdade.

E este é o momento da mudança. Já que não se pode frear o processo da digitalização, juntemo-nos a ele!
Jornalistas de todo o mundo, é chegado o momento de fazermos um trabalho de conscientização do povo, para que, ao mudar seu formato, a mídia possa também mudar seu contexto. Façamos uma revolução no jornalismo! Que continue sendo informativo, mas que seja também muito mais educativo.

ahaoihaoahoahaiahoa...... ai, ai, é isso!!! haihaoahaiaha